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Maior é o Amor!

Publicado: 10/01/2010 em Estudos Bíblicos
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Marcos 12:29-31

“Respondeu-lhes Jesus: O principal de todos os mandamentos é: Ouve, ó Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senho! Amarás ao Senhor teu Deus de todo coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças. O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes.”

Vivemos dias terríveis. Jesus já nos tinha advertido que teríamos aflições. Guerras, fome, miséria, assassinatos, competições esportivas recheadas de dores e homicídios, humilhação, egoísmo, ódio, famílias quebradas, filhos perdidos em rancores, depressões e secura de alma; discriminação, preconceitos, insensibilidade e outras coisas mais que se formos listar trará um pesar na alma de se perceber o quão nosso mundo está afundado num caos produzido por nós.

Jesus diz que sua vinda e morte tinham um propósito: dar-nos vida, mas uma vida abundante. Uma vida que valesse a pena ser vivida. Ele, porém, entendia a palavra de Deus como um instrumento em nos ajudar a desfrutar de tal vida. E uma vez ele disse que tudo o que a palavra poderia nos dizer se resumia em dois mandamentos de tal forma que vivê-los seria o viver essa vida abundante. A passagem acima resume o que é viver tal vida de tal forma que qualquer ato, meta que se diferencia desses mandamentos levam ao oposto da vida abundante: vida vazia; similar à morte.

Sendo assim:

Querendo que o Jorae seja um instrumento de Deus nesse mundo caótico podemos estabelecer algumas metas. Tais metas não limitam tudo o que o evangelho nos convida a viver. Elas apenas nos dão um norte, nos traz uma visão aplicada daquilo que como princípio é uma essência e não regras com números limitados de mandamentos.

  • Conhecer quem Deus é – só se pode amar a Deus se o conhecemos. Só depois de “ouvirmos” e experimentarmos sua doçura é que o amamos.
  • Conhecer a si mesmo – conhecer nossa essência pecadora nos revela o quanto ele realmente é incrível uma vez que amar seres tão ingratos e maus não é para qualquer deus. Tem que ser um Deus “expert” em tolerância, paciência, compreensão, etc.
  • Viver uma santidade que tem a ver com gratidão a Deus e não com vaidade – por se perceber tão amado e confiar em tal Deus querer viver um processo de santidade que tem a ver com fazer o que ele diz por querer agradá-lo apesar de entender que o maior beneficiado somos nós mesmos. Isso ao invés de queremos ser santos apenas para não termos algo com a qual as pessoas possam usar para nos atacar gerando um processo de querer abafar, se esquecer aquilo que se é; esquecendo que não é pelo que sou que Deus me ama e isso, óbvio, sem fazer apologia a uma postura acomodada. Ao contrário, por entender o evangelho como carta de um pai que muito nos ama conclui-se que tentar por ele viver é o melhor a ser feito.
  • Como conseqüência desse conhecer a Deus e a si mesmo entender que negar amor ao outro é:

a)      ser injusto por beber do cálice da graça e oferecer outro;

b)      fomentar mais ainda esse mundo caótico;

c)       deixar de construir um ambiente de cura mútua da alma para as dores deste viver e para o bem incrível que esse ambiente gera independente de haver dor ou não.

Filemon (Líder da Célula Jorae)